O último post de Palavras aos Pixels

Há algum tempo que eu escrevo em blogs. Mais especificamente o meu blog. Tudo começou lá  em 2008 quando uma amiga da faculdade falou que seria legal se eu tivesse um para chamar de meu. Em época de flogs e fotologs não queria que fosse um diário virtual. Então tive a ideia de ser um lugar onde deixaria publicado meu contos e crônicas. E ganhou o nome de Palavras aos Pixels.

Com o tempo eu fui dividindo esse espaço com assuntos relacionados à minha área,  marketing digital. Mas fui percebendo que ainda estava faltando algo. Eu adoro pesquisar, estudar e falar sobre coisas relacionadas à Internet mas cheguei a conclusão que eu queria um blog voltado à assuntos mais do cotidiano, onde várias pessoas pudessem se identificar e compartilhar com seus amigos, sabe? Um lugar onde eles encontrariam dicas legais.

Aí, conversando, com a família e amigos, todos me perguntavam a mesma coisa: o que você mais curte? Isso ficou na minha cabeça. Uma das coisas que mais gosto de fazer é ler na rede. Não sei se é o balanço ou o vento batendo mas além de trazer uma calmaria, me ajuda focar no que estou lendo. E foi aí que tive meu momento “Eureka”. Vou falar dos livros que li e recomendo!

Mas depois fiquei pensando: só livros? Acho que ainda está faltando alguma coisa….

E depois, como algo natural, cheguei a uma ideia que adorei e que imediatamente tive vontade de fazer acontecer: um blog onde as pessoas encontrassem dicas voltadas para o entretenimento. Não só livros, como filmes, seriados, shows, lugares interessantes, etc.

Pronto! É isso! Mas qual seria o nome? Palavras aos Pixels já não tem nada a ver com o novo conteúdo do blog. E agora?

Foi aí que durante uma saída com os amigos fiquei conversando com Jéssika, namorada de um desses meus amigos (que aliás se tornou um dos meus grandes amigos e que, além de Jéssika, será uma das peças importantes para o final dessa incrível história) concordou que realmente Palavras aos Pixels não ia mais combinar. Ela sugeriu que o nome do blog tivesse uma ligação com o meu sobrenome, Gaia, que ela achava forte. 🙂

Cheguei em casa e comecei a fazer uma lista de nomes. E a palavra “lista” também ficou fixa na minha mente. Decidi então que seria algo relacionado à lista e Gaia. E depois de várias combinações e uma ajudinha de Jéssika e Pedro (o namorado de Jéssika e meu super amigo), o nome foi escolhido: Checklist da Gaia.

Como o blog tinha uma proposta nova, nada melhor que ganhar um cara nova. Foi aí que essa dupla maravilhosa entrou em ação: Jéssika e Pedro. Jéssika cuidou da reformulação do layout e Pedro, na programação. Tudo com muito carinho, cuidado, empenho e um grande talento dos amigos. Obrigada do fundo do meu coração! ❤

Pedro, como eu disse, era um amigo do trabalho (era porque está agora em uma nova trajetória que sei que será repleta de sucesso) que se tornou um amigo para vida toda. Daqueles que você sabe que foi um presente que a vida trouxe para você. E através dele, conheci Jéssika, uma pessoa ultra divertida, com um grande coração e que se não fosse por seu conselho esse blog não teria dado essa guinada. Essa também é uma amiga pra vida toda! ✋🏻👊🏻 💥

Aos antigos leitores do Palavras aos Pixels: o blog mudou de conteúdo mas a minha vontade de levar para vocês sempre os melhores assuntos não mudou. Espero que vocês curtam essa nova fase e encontrem dicas bem legais por aqui. 😄

Aos novos leitores do Checklist da Gaia: esse é um espaço onde vou falar de tudo que li, vi, ouvi e curti ultimamente.  Tomara que vocês também curtam as dicas e aproveitem bastante! ☺

O endereço é: www.checklistdagaia.com.br. Deem uma passadinha lá. Já tá cheio de dicas!

PS: Quem estiver querendo fazer um site ou blog e queiram conversar com a Jéssika ou com o Pedro é só entrar em contato comigo. Eu super recomendo! Mesmo! 👍🏻

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#EuCurti: o clássico e o pop de David Garrett

Já comentei algumas vezes o quanto eu fico admirada com pessoas que têm a capacidade de transformar o que está a sua volta. Você conseguiria acreditar que uma música pop se encaixaria perfeitamente com uma orquestra de música clássica? Pois bem. David Garrett não só imagina como faz se tornar realidade e o resultado é impressionante.

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foto: facebook.com/davidgarrettoficial

O violonista alemão, radicado nos EUA, foi uma das boas surpresas que encontrei como? Vagando por essa território chamado YouTube. Filho de uma bailarina e um advogado, David já tinha dom para a música desde cedo. Seu pai havia comprado um violino para o irmão mais velho mas ele é que mostrou mais interesse e logo começou a praticar.

Seu talento e bom ouvido para a música clássica fez com que David, aos 13 anos, se tornasse o artista mais jovem a ter um contrato com a gravadora Deutsche Grammophon.

O que faz o violonista ganhar destaque é a sua ousadia em misturar em seus shows as composições clássicas com música popular. Em seu repertório ele já incluiu  um toque erudito à canções do Nirvana, Bon Jovi, Queen, Justin Timberlake, entre outros.

Seu último álbum, Explosive, tem versões clássicas para hits como Dangerous, de David Guetta e Lose Yourself, de Eminem.

Achei interessante a proposta. É sempre bom ter um novo olhar. 🙂

#EuVi: os vídeos de Steven Johnson

Um dos lugares onde você vai achar ideias interessantes para refletir e debater é sem dúvida o TED. Criado em 1984, a conferência, que reúne assuntos voltados a tecnologia, entretenimento e design (por isso, TED), cresceu tanto que atualmente há eventos espalhados pelo mundo, inclusive aqui no Brasil.

Steve Johnson foi uma das várias pessoas convidadas que já passaram por lá durante esse tempo e achei interessante suas apresentações. Autor de vários livros ligados a ciência e tecnologia, Steven é também editor-colaborador da revista Wired e colunista The New York Times, The Wall Street Journal, The Financial Times.

Recentemente vi um vídeo onde ele fala sobre um aspecto que acredito que seja desconhecido para muitos: que nem sempre a necessidade é a razão principal para a criação de grandes invenções.

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Durante mais de 7 minutos de vídeo, Steven apresentou um panorama interessante de que muita das invenções tecnológicas, como o computador, foram inspiradas em situações de puro entretenimento.

Foi aí que parei para pensar que muitas das ideias vêm mesmo no ócio ou quando a gente vê o problema sob um novo aspecto.  Steven Johnson fala em outro vídeo, chamado De Onde Vem As Boas Ideias, que aquele momento “Eureka” não surge do nada. Ele acredita na chamada rede líquida e principalmente que é através do compartilhamento de ideias entre indivíduos fica mais  fácil de achar uma solução.

Aliás, De Onde Vem As Boas Ideias é um dos livros dele que está na minha lista. Quando eu terminar de ler falo para vocês. 😉

#EuOuvi: Us The Duo

Essa é mais um daquelas boas surpresas que o algoritmo do YouTube trouxe para mim. Na página de recomendados estava um vídeo de um dupla que depois descobri que eram marido e esposa.

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Clarissa e Michael Alvarado se conheceram durante a gravação de um clipe, em 2011, e a conexão foi imediata, tanto que se casaram logo no ano seguinte. Em 2013 eles começaram a gravar covers de músicas e postar em sua conta no Vine. O reconhecimento chegou a quase 5 milhões de fãs nessa conta e os dois e chamaram a atenção de um grande gravadora. Assim surgiu o Us The Duo.

O estilo de música da duple é uma mistura de pop e folk, com vocais bem suaves dos dois. É daquelas músicas que você tem vontade de ficar em uma rede, fechar o olhos e relaxar.

Esse ano eles fizeram um projeto bem interessante. Eles convidaram seus fãs a compartilhar suas histórias e o resultado é o #PublicRecordEP , onde essas histórias viraram 5 canções, contadas através de video clipes que podem ser vistos no canal da dupla no YouTube.

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Nesse projeto você vai encontrar relatos de 5 pessoas que já encararam a perda, o medo, o preconceito, a dor, o amor e a saudade, contados de uma forma muito bonita.

Para quem quiser ver mais vídeos de Us The Duo, é só clicar aqui e conferir o canal deles no YouTube.

#EuVi: Alike

É sempre tão bom descobrir coisas novas e interessantes nessa mundão tão imenso e rico que é a Internet. Eu já há um bom tempo conheço e curto o Smelly Cat, blog dedicado à animações em geral. Quem quiser conhecer também, é só clicar aqui.

Na semana passada assisti à um curta muito legal com uma mensagem bem legal também. Criado por Daniel Martínez Lara e Rafa Cano Méndez, a história gira em torno de um pai e seu filho. Todo dia o pai arruma sua maleta de trabalho e leva o filho na escola. Só que se você reparar os dois tem cores, enquanto que o resto da cidade e seus moradores não.

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imagem: reprodução

Por que falei isso? Porque o menino tem uma imaginação enorme e vive fora da caixinha. O pai percebe mas não incentiva o menino a explorar seu lado mais criativo, querendo que ele faça o que todas as crianças fazem na escola, assim como ele segue o que todos os seus colegas de trabalho fazem durante o dia a dia do escritório.

A partir daí algumas coisas acontecem que faz o pai rever seus conceitos. Aperte o play, divirta-se e reflita também.

#EuOuvi: Gary Clark Jr

Não é só na internet que eu tenho feito boas descobertas. A televisão também tem me surpreendido às vezes. Eu sou muito fã do Jimmy Fallon e comecei a assistir o The Tonight Show, que aqui no Brasil, passa no GNT, por causa dele.

E nesse começo de semana um músico chamado Gary Clark Jr apareceu como atração musical. Não consegui vê-lo se apresentar porque o programa passa de manhã e  iria acabar chegando atrasada no trabalho. Mas como os integrantes do The Roots, banda que acompanha o Jimmy no programa, falaram muito bem dele, fiquei curiosa e resolvi procurar por Gary no YouTube. Fiquei muito feliz de ter feito isso.

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foto encontrada em: garyclarkjr.com

Nascido no Texas, Gary Clark sempre gostou de música e quando era adolescente ficava tocando em clubs e também no coral da igreja da irmã. Seu estilo peculiar, que traz blues, soul music e rock, o fez ganhar notoriedade, sendo comparado a lendas da guitarra como Jimmy Hendrix e Stevie Ray Vaughan.

Seu álbum de estreia,  The Bright Lights EP, apareceu na lista dos 50 melhores álbuns de 2015 e o último lançado, chamado de The Story of Sonny Boy Slim, tem chamado bastante a atenção.

Uma das músicas que mais gostei foi The Healing, uma mistura de rock, blues e a voz de Clark que é bastante agradável aos ouvidos.

Gary Clark Jr já ganhou um lugar no meu Spotify e aconselho a vocês fazerem o mesmo. É bom demais!

#EuVi: Sim, senhor

Na verdade, seria mais um #EuRevi mas resolvi seguir as tags daqui do blog. 😂

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Imagem: reprodução

Esse é um bom filme para começar o ano. Estrelado por Jim Carrey, a comédia láááááá de 2008 contava a história de Carl, um cara meio descrente de tudo. Ele sempre dava uma desculpa para não sair, para não aproveitar nenhuma oportunidade que surgia.

Aí, um belo dia após a insistência de um conhecido dele para ir à uma palestra motivacional ele começa a ter que dizer “sim” para tudo. E o que parecia ser o que ele precisava não era bem o que ele precisa. Bem, não em termos.

O fato de você estar disposto a sair da zona de conforto e aproveitar as oportunidades que surgem é maravilhoso mas existe uma grande diferença entre aquele frio na barriga que é a vontade de você fazer algo e que vai acabar pensando: “por que nunca fiz isso antes” àquele frio na barriga do que você não quer fazer e acabar pensando: “por que raios fiz isso?”.

Carl fez algumas coisas que não queria mas acabou encontrando alguém muito especial que fez toda a diferença. Mas ele quase perdeu tudo por não ter sido verdeiro consigo mesmo.

Então a lição que aprendemos aqui é: esteja disposto sim às oportunidades que a vida traz para você mas, como diria um grande amigo meu, sem perder a sua essência. Mudar é ótimo mas lembre-se de ser sempre verdadeiro com você. Aí sim você vai curtir as mudanças e fazer aquela pergunta incrível: “Por que nunca fiz isso antes?”. 😉