Da tela para a telinha

Dia desses assisti a uma palestra sobre Mobile TV promovida pelo Conselho Regional dos Comerciantes. Entende por Mobile TV a criação e produção de tecnolgia e conteúdo de televisão para aparelhos pockets como o celular.

Os principais adeptos são, em geral, trabalhadores que vêem programas, notícias e seriados durante o trajeto até a empresa. Uma pesquisa feita na Coréia constatou que seu uso acontece mais das 7 h às 9h, 12h às 15h e 18h às 20h. Ou seja, antes de chegar no trabalho, durante o almoço e na volta para casa.

Parece que o celular terá duas antenas. Uma para o sinal normal de telefonia e outra para a televisão em si. Através do software compatível com o padrão da TV digital, poderá ser visto o que estiver disponível na programação. A estimativa é que até 2010 mais de 125 mihões de pessoas estarão utilizando este serviço. No Brasil isso é tudo muito novo apesar de já haver, em São Paulo, dois aparelhos: um da Samsung e outra da Semp Toshiba. Ambos vendidos pela operadora Vivo.

Na palestra Carlos Romero, gerente de marketing de produtos da Gemalto (empresa fornecedora dessa tecnologia), disse que para se ter sucesso com a TV móvel são necessários os seguintes fatores: conteúdo atraente e específico, com mais ou menos 30 minutos de duração; campanhas de lançamento, ligados especialmente a eventos – como os esportivos por exemplo e boas ofertas de aparelhos, que possam oferecer uma atualização constante dos serviço e conteúdo para essa nova mídia.

Bom, eu acho que isso é um advento muito útil. Fico imaginando como seria bom ver TV durante o looongo caminho de ônibus até o trabalho. Mas depois lembrei que moro no Brasil e prefiro continuar com o bom e velho mp3 que pode ser achado até no camelô. Por enquanto é mais seguro.

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About Bárbara Gaia

Vivo no fantástico mundo digital e da redação publicitária. https://about.me/bngaia

One response to “Da tela para a telinha”

  1. lidia says :

    O Mobile TV é muito prático, mas está realmente mto distante da nossa realidade. A violência é um dos fatores q influenciarão muitos a não comprar o aparelho, e outro é q, provavelmente, os aparelhos foram e serão lançados, pelo menos no início, com um valor muito alto, mais elevado q o q a maioria da população brasileira pode pagar.

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