Todo mundo ligado

Esse é o título de uma matéria da Vital, revista da Unilever, que folheei esses dias. Ainda não tinha recebido um exemplar e claro que chamou minha atenção uma empresa falar sobre mídias digitais.

Eles dizem, basicamente, como é o fenômeno da conectividade e como simples ações postadas no Twitter, Facebook e YouTube podem gerar tamanha repercurssão.

Logo no começo da reportagem afirmam o que eu também concordo: “o incontrolável volume de informações à disposição na rede não nos deixou mais perdidos, como se previa. Bem ao contrário, nos aproximou mais. […] Nasce aí uma rede de trocas interminável…”. Cita, como exemplo, as pessoas que procuram tirar suas dúvidas pela rede. Hoje se alguém sente um sintoma estranho, primeiro procura no Google para depois ir ao médico. E se vai ao médico, procura também no Google referências sobre o profissional.

Outro exemplo citado foi o CouchSurfing. Com mais de 1,7 milhões de usuários de 70 mil cidades diferentes, o site oferece uma espécie de intercâmbio através de uma rede social. Você vê o lugar que deseja ir e ao clicar na cidade aparece uma lista de pessoas que oferecem suas casas. Na página de perfil aparece os selos de referência, como a vouch, que seria um selo de confiança. Mesmo assim ainda não me arriscaria, rs.

Outro fato que a revista comentou foi o blog da personagem Luciana, da novela Viver a Vida. Em Sonhos de Luciana, a modelo, interpretada por Aline Morais, conta como é a luta de uma pessoa que ficou tetrapéglica. Claro que o blog é escrito por um redator contratado pela Rede Globo porque Luciana não existe, mas as pessoas tratam como se fosse ela mesma que estivesse lá. Posts sobre seu tratamento e o dia a dia de um cadeirante contam com centenas de comentários, sejam de mensagens positivas ou dúvidas.

A Unilever percebeu que a forma de comunicação com o consumidor tem que mudar. Afinal, e segundo dados mostrados na própria matéria da revista, mais de 90% dos jovens com menos de 25 anos fazem parte de alguma rede social e brasileiro passa 6 horas por mês navegando em sites de relacionamento.

Mais do que oferecer produtos, as empresas têm que realizar uma boa experiência para o seu consumidor. Seja por redes sociais, no site, com marketing de guerrilha, de serviços, advergames, advertainment, transmedia storytelling, etc. Como no flash mob que o programa Oprah realizou durante o show do Black Eyed Peas e que a revista também falou a respeito. Foram 800 pessoas que se inscreveram para ensaiar a coreografia e 20.000 apareceram no dia da apresentação.

Aposto que todos pensaram “Que incrível essa ideia do programa da Oprah!” ou “Vou fazer parte de um momento único!” Experiência, meus caros, a chave é a experiência.

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About Bárbara Gaia

Vivo no fantástico mundo digital e da redação publicitária. https://about.me/bngaia

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