Tecnologia x relacionamento: afinal, ajuda ou atrapalha?

Achei bem interessante a animação que vi e que faz levantar essa questão. A história, desenvolvida por Amanda Duarte para a Escola de Animação e Artes Visuais, fala sobre um menino e uma menina que ficam trocando mensagens pelo celular mas na hora de ficar cara a cara os dois travam e não conseguem conversar.

Confesso que sou assim também. Pelo Skype, e-mail, este blog e nas redes sociais me expresso mil vezes melhor. Lembro que na época da escola e na faculdade era complicado fazer uma apresentação de trabalho porque as palavras não conseguiam sair direito da minha boca. Fazer networking também é uma batalha grande e preciso melhorar esse aspecto.

Mas também reparei que a internet trouxe mais oportunidades de encontrar pessoas do que antes, especialmente em eventos relacionados à minha área ou aqueles que me interesso, seja sobre cosméticos, games ou literatura.

E vocês? O que acham? Tecnologia mais ajuda ou atrapalha nos relacionamentos entre as pessoas?

Ah! Esse vídeo foi postado no Facebook do Rogério Marçal, do blog Devaneios Viscerais. Boa dica! 🙂

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About Bárbara Gaia

Vivo no fantástico mundo digital e da redação publicitária. https://about.me/bngaia

One response to “Tecnologia x relacionamento: afinal, ajuda ou atrapalha?”

  1. rogeriomarcal says :

    Estávamos outro dia na pós e um pouco ontem conversando um pouco sobre isso. A virtualização, tecnologia, a quantidade de meios, canais, ferramentas, aplicativos e dispositivos que nos facilitam a vida estão mudando a forma como nos relacionamos. Ou será que nós mesmos estamos mudando a forma de nos relacionar, ditando sem saber uma nova necessidade desses mesmos aplicativos e sistemas?

    Para algumas coisas já viramos reféns enquanto para outras ainda somos experimentadores, tateando aonde queremos ou iremos chegar. Mais pra frente, não muito distante (é hoje mesmo) estaremos cada vez mais imersos nisso, nessa profusão, nessa rede densa, num ecossistema de vida virtualizado ao extremo, ao ponto que não pertenceremos nem seremos pertencidos, não possuiremos nem seremos possuídos, tudo será coletivamente compartilhado, real e virtual se confundindo, camadas tão mescladas que não poderemos separá-las.

    A questão dos avatares é bem complexa, assumiremos pseudo-formas, estaremos em múltiplos lugares, multiplos ambientes existentes ou não, co-existiremos, e a forma de nos relacionarmos será profusa e confusa ao pondo de acharmos a coisa mais natural do mundo. Não existirá mais “a próxima geração será assim…” e etc, as vivências de gerações serão encurtadas, transformações tão constantes que confundiremos ou não, mas viveremos transformações tão ininterruptas que faremos parte de várias gerações ao mesmo tempo, idade será um mero detalhe, nomes, raças, classes, comportamentos… tudo muito novo o tempo todo, mas fácil, conectado, pés plantados nas nuvens.

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