#EuVi: I’ll Sleep When I’m Dead

Eu tenho uma confissão a fazer. Adoro filmes com dança. E um dos filmes que eu sempre paro para ver, se estiver passando na TV, é “Se Ela Dança, Eu Danço”.

A história não é as das mais elaboradas, confesso, mas ver o que os atores conseguem fazer, em coreografias elaboradas ao som das batidas do hip hop, para mim é uma combinação hipnotizante.

Em um dos filmes da franquia (é bem numerosa, estilo Velozes e Furiosos, rs), tocou uma música que desde então não sai das minhas favoritas na playlist. Se chama Rage The Night Away, do DJ Steve Aoki.

Por coincidência, passando pelo catálogo de documentários do Netflix encontrei um filme sobre o artista. Em “I’ll Sleep When I’m Dead”, a história do DJ é contada, desde o começo da sua carreira, até os aspectos mais pessoais.

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imgem: steveaoki.com

Filhos de pais divorciados, Aoki sempre tentou ficar mais perto de seu pai e passou a admirar seu jeito empreendedor. Ele respeitava bastante sua ética de trabalho e ambição, herdados da cultura asiática. Foi seu pai, Rocky Aoki, que criou o restaurante Benihana, famoso por trazer entretenimento aos clientes através dos malabarismos impressionantes que os chefs faziam em cada mesa na hora de preparar os pratos.

Steve nunca recebeu ajuda para concretizar suas metas profissionais e percebeu que a pessoa mais importante que precisa acreditar no sonho é você mesmo. Com isso e influenciado pelo seu lado musical que foi aguçado primeiramente pelo rock, resolveu ser igual ao pai e empreender, lançando em 2000, sua própria gravadora, a Dim Mak.

Depois de alguns eventos de sucesso, ele encontrou o DJ AM, que estava fazendo muito sucesso na época, e vendo seu talento para os mashups, foi influenciado pelo novo amigo a se aventurar nessa nova empreitada.

Com muita dedicação e alguns poucas noites de sono, Steve Aoki foi aos poucos ganhando espaço e reconhecimento. No começo nem tudo era flores. Algumas pessoas duvidaram bastante de seu conhecimento e talento como DJ mas Aoki seguiu em frente. Como Will.I.Am, um de seus grandes amigos, disse no documentário, se ele parasse para escutar tudo que já falaram para ele, ele já teria desistido.

Tirando o fato que ele trabalha ao extremo e que isso já afetou sua saúde por um tempo, o documentário é bem interessante para quem deseja empreender ou seguir seu sonho por mais difícil que possa parecer.

Fica a dica!

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About Bárbara Gaia

Vivo no fantástico mundo digital e da redação publicitária. https://about.me/bngaia

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