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#EuVi: Sim, senhor

Na verdade, seria mais um #EuRevi mas resolvi seguir as tags daqui do blog. 😂

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Imagem: reprodução

Esse é um bom filme para começar o ano. Estrelado por Jim Carrey, a comédia láááááá de 2008 contava a história de Carl, um cara meio descrente de tudo. Ele sempre dava uma desculpa para não sair, para não aproveitar nenhuma oportunidade que surgia.

Aí, um belo dia após a insistência de um conhecido dele para ir à uma palestra motivacional ele começa a ter que dizer “sim” para tudo. E o que parecia ser o que ele precisava não era bem o que ele precisa. Bem, não em termos.

O fato de você estar disposto a sair da zona de conforto e aproveitar as oportunidades que surgem é maravilhoso mas existe uma grande diferença entre aquele frio na barriga que é a vontade de você fazer algo e que vai acabar pensando: “por que nunca fiz isso antes” àquele frio na barriga do que você não quer fazer e acabar pensando: “por que raios fiz isso?”.

Carl fez algumas coisas que não queria mas acabou encontrando alguém muito especial que fez toda a diferença. Mas ele quase perdeu tudo por não ter sido verdeiro consigo mesmo.

Então a lição que aprendemos aqui é: esteja disposto sim às oportunidades que a vida traz para você mas, como diria um grande amigo meu, sem perder a sua essência. Mudar é ótimo mas lembre-se de ser sempre verdadeiro com você. Aí sim você vai curtir as mudanças e fazer aquela pergunta incrível: “Por que nunca fiz isso antes?”. 😉

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#EuVi: The 100 Years Show

A vida pode mesmo engraçada. Às vezes você é surpreendido quando menos espera apesar de você já está esperando há um tempão para que aconteça.

Deixa eu explicar melhor. Carmen Herrera  é uma pintora de arte abstrata que começou a fazer suas obras lá pela década de 40/50, quando esse movimento era bastante expressivo. Mas por ser um universo dominado mais por artistas masculinos, Carmen nunca teve a chance de se destacar na época.

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foto: facebook.com/100YearsShow

Pensa que ela desistiu?  Ela continuava fazendo suas pinturas, cheias de contraste de cores e dotada pela simplicidade que ela considera ser uma grande arte. Somente a partir dos anos 2000, mais precisamente, 2004, quando seu grande amigo Tony Bechara fala sobre seu trabalho durante um jantar com Frederico Sève, dono da Latin Collector Gallery, que acontece uma transformação. Após isso ela passa a ganhar reconhecimento, tendo suas pinturas exibidas em grandes museus e galeria a exemplo do MoMa (Museu de Arte Moderna de Nova York) e Tate Modern, de Londres.

Sua história e trajetória é contada em um documentário chamado de The 100 Years Show, que está no Netflix. Durante quase 1 hora você descobre o jeito incrível que essa artista tem de ver a vida. Ela mesmo disse que ser “descoberta”, aos 89 anos, foi um tanto quanto tardio mas que antes tarde do que nunca.

The 100 Years Show from RatPac Documentary Films on Vimeo.

Quem puder assistir, vale a pena para refletir sobre perseverança e principalmente sobre nunca duvidar de você.

#EuVi: I’ll Sleep When I’m Dead

Eu tenho uma confissão a fazer. Adoro filmes com dança. E um dos filmes que eu sempre paro para ver, se estiver passando na TV, é “Se Ela Dança, Eu Danço”.

A história não é as das mais elaboradas, confesso, mas ver o que os atores conseguem fazer, em coreografias elaboradas ao som das batidas do hip hop, para mim é uma combinação hipnotizante.

Em um dos filmes da franquia (é bem numerosa, estilo Velozes e Furiosos, rs), tocou uma música que desde então não sai das minhas favoritas na playlist. Se chama Rage The Night Away, do DJ Steve Aoki.

Por coincidência, passando pelo catálogo de documentários do Netflix encontrei um filme sobre o artista. Em “I’ll Sleep When I’m Dead”, a história do DJ é contada, desde o começo da sua carreira, até os aspectos mais pessoais.

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imgem: steveaoki.com

Filhos de pais divorciados, Aoki sempre tentou ficar mais perto de seu pai e passou a admirar seu jeito empreendedor. Ele respeitava bastante sua ética de trabalho e ambição, herdados da cultura asiática. Foi seu pai, Rocky Aoki, que criou o restaurante Benihana, famoso por trazer entretenimento aos clientes através dos malabarismos impressionantes que os chefs faziam em cada mesa na hora de preparar os pratos.

Steve nunca recebeu ajuda para concretizar suas metas profissionais e percebeu que a pessoa mais importante que precisa acreditar no sonho é você mesmo. Com isso e influenciado pelo seu lado musical que foi aguçado primeiramente pelo rock, resolveu ser igual ao pai e empreender, lançando em 2000, sua própria gravadora, a Dim Mak.

Depois de alguns eventos de sucesso, ele encontrou o DJ AM, que estava fazendo muito sucesso na época, e vendo seu talento para os mashups, foi influenciado pelo novo amigo a se aventurar nessa nova empreitada.

Com muita dedicação e alguns poucas noites de sono, Steve Aoki foi aos poucos ganhando espaço e reconhecimento. No começo nem tudo era flores. Algumas pessoas duvidaram bastante de seu conhecimento e talento como DJ mas Aoki seguiu em frente. Como Will.I.Am, um de seus grandes amigos, disse no documentário, se ele parasse para escutar tudo que já falaram para ele, ele já teria desistido.

Tirando o fato que ele trabalha ao extremo e que isso já afetou sua saúde por um tempo, o documentário é bem interessante para quem deseja empreender ou seguir seu sonho por mais difícil que possa parecer.

Fica a dica!

#EuVi + #EuEscutei: Justin Timberlake+The Teneese Kids

Lá pros meus 15 anos comecei a gostar de Backstreet Boys. Até me lembro quando foi exatamente. Era um fim de tarde, estava fazendo meu dever de casa com a TV ligada no Disk MTV. De repente começo a ver um clipe que começou engraçado, com 5 caras perdidos em uma casa mal assombrada.

Mas quando a música começou a tocar, meus olhos brilharam, meus pés começaram a bater no chão da sala e pronto, tinha sido infectada pelo POP. Pedi pra minha mãe comprar os CDs e suspirava ora pelo Nick, ora pelo Brian, ora pelo Kevin.

Depois deles veio outro grupo de 5 garotos que também acabei virando fã: ‘NSync.  Nunca fui de separar, porque tinha gente que só gostava de Backstreet Boys ou de ‘NSync. Eu não tinha porque separar. Os dois grupos faziam um som que eu gostava. E nesse grupo tinha o Justin Timberlake. O menino loirinho, de cabelo enrolado, que era engraçadinho e charmoso ao mesmo tempo.

Eu fui crescendo, eles também, e com o tempo Justin partiu para sua carreira solo e lançou em 2002 seu álbum, o Justified. Depois também começou a fazer carreira no cinema, fazendo alguns filmes, dentre eles o Preço do Amanhã que eu acho muito bom. Ele acabou se tornando o artista estilo pacote completo: canta, dança e representa.

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Foto: justintimberlake.com

Mês passado vi Justin Timberlake and The Tennessee Kids. O original da Netflix mostrou os bastidores e o show completo do cantor em Las Vegas durante sua turnê 20/20 Experience, de 2015. O entusiasmo de adolescência continua, só que agora com uma visão mais ampla de como fazer um bom entretenimento. Um clima estilo anos 50, com músicos de terno, deram o clima junto com uma consequência sensacional de luzes e efeitos.

Durante 1h30min vi um espetáculo que gostaria muito de ter visto ao vivo. Dentre as músicas que mais adoro, tocadas no show, estão LoveStoned e Mirror. Para quem é fã de pop, de ‘NSync e de Justin, vale muito a pena ligar no Netflix, olhar para a tela da TV, fingir que está em Vegas e se jogar!

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