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#EstouLendo: Empreendendo Felicidade

Seguir um sonho não é difícil. Torná-lo uma realidade é que é. O primeiro passo é acreditar e os demais é pensar em como fazer acontecer e fazer dar certo.

Pedro Salomão é um daqueles sonhadores que acreditou, correu atrás, fez e deu certo. No seu livro Empreendendo Felicidade ele conta sobre sua trajetória a frente da Rádio Ibiza e como que com muita dedicação, bom humor e jogo de cintura ele está conseguindo, ao lado de seus sócios, viver do seu sonho.

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O começo é sempre o mesmo perrengue mas para Pedro o que fez a diferença é mais do que plano de negócios e planejamento, muito planejamento. O que faz diferença é o amor. Sim. O amor pelo trabalho e especialmente pelas pessoas que estão ao seu lado durante 8 horas por dia, 5 dias na semana.

Essas pessoas passam mais tempo com você do que a sua família se parar para pensar então por que não fazer delas também uma grande família? Por isso que ele diz em seu livro que é muito importante criar o seu personograma, uma espécie de organograma voltado para o indivíduo.

Pedro diz que, para as pessoas que são donas de uma empresa, vale muito a pena parar um tempo e observar as pessoas que você contratou. Ao invés de adaptá-las às tarefas, veja o que elas podem naturalmente contribuir para elas. Você vai acabar descobrindo talentos que podem fazer toda a diferença na produção, inclusive nos resultados.

Essas e outras dicas ele conta em Empreendendo Felicidade, em uma narrativa boa de se ler. Eu ainda não terminei mas estou gostando até agora. 🙂

#EuCurti: Neologismos

Dias atrás postei no meu Instagram uma frase que achei incrível e é um pouco pelo que passei e estou passando esse ano.  Foi um ano de muito aprendizado. ✋🏻👊🏻💥

foto: instagram.com/neologismos

foto: instagram.com/neologismos

A arte é de um outro Instagram, chamado @neologismos. Criado por Matheus Rocha, o perfil é repleto de citações que fazem um bem danado ao coração. Formado em jornalismo, Matheus adora falar sobre a vida e sonha em abraçar as pessoas através da palavra, como escreveu em seu blog.

O resultado do seu projeto pode também ser conferido de forma offline, através de seu livro No Meio do Caminho Tinha Um Amor, lançado recentemente.

Para quem quer uma dose de inspiração, ainda mais que daqui a pouco 2017 tá chegando e com ele novas e maravilhosas aventuras e possibilidades, segue algumas frases:

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#EuLi: Y: O Último Homem

Confesso que não sou uma leitora assídua de graphic novel (os únicos que eu tenho são do Snoppy, a série do Scott Pilgrim e Dois Irmãos de Fábio Moon e Gabriel Bá, que ainda não li.) mas sempre conto com a ajuda dos meus amigos do trabalho nessas horas.

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Um deles me apresentou Y: O Último Homem, de Brian K. Vaughan  Pia Guerra. A história se passa em 2002, e simplesmente, todos os homens, e criatura do cromosso Y, do planeta morrem de uma doença bem misteriosa. Todos menos Yorick, o protagonista dessa trama que não se sabe porque se tornou o único sobrevivente, junto com seu macaco que também escapou dessa tragédia.

A partir daí é uma caçada sem fim atrás de Yorick. Umas querem protegê-lo,  para que possa se desvendar esse mistério, já outras querem exterminá-lo para que não restem mais nem resquício de homens no mundo.

E tudo que Yorick deseja é se reencontrar com sua namorada que está na Austrália. Mas digamos que muito irá acontecer até lá, e Yorick vai ter que fazer de tudo para se manter vivo até lá.

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A narrativa surpreende e prende sua atenção do começo ao fim. Além dos momentos de suspense e ação, há uma boa dose de bom humor, especialmente pelo jeito irônico de Yorick de lidar com essa situação toda.

Para quem gosta de graphic novel, acredito que Y: O Último Homem vai agradar. É uma mistura muito boa de como o roterista Brian K. Vaughan faz o desenrolar da história, e os traços de Pia Guerra.

#EuLi: A Moda Imita a Vida

Para quem trabalha com marketing, uma das grandes lições hoje em dia é que promover um produto é muito mais que criar um anúncio com um texto convincente e uma imagem impactante. Hoje, especialmente com a Internet e as mídias sociais fazendo parte do nosso dia a dia, é muito mais importante criar conexões, experiências e boas histórias que criem aquela vontade irresistível de compartilhar.

A frente do marketing da FARM, André Carvalhal sabe disso mais do que ninguém e resolveu compartilhar boas histórias e boas lições em seu livro A Moda Imita a Vida.

Imagem encontrada em ffw.com.br

Imagem encontrada em ffw.com.br

Em meio a quase 400 páginas, a gente acaba descobrindo que a tarefa de construir uma marca forte no mercado começa bem mesmo no comecinho, como se a marca fosse realmente uma pessoa que precisa se conhecer para conhecer pessoas que pensem como ela. Assim essa pessoa (marca) passa a trocar ideias com outras pessoas (público) e com a identificação mútua se tornam grandes amigas (consumidores/clientes), criando laços para, quem sabe, um boooooooom tempo.

Para isso você precisa descobrir a essência da sua marca, seu DNA, aquela característica que é única e que vai gerar uma afinidade e vontade do seu público-alvo de adquirir seus produtos e seu lifestyle.

Se você trabalha com branding, marketing e mídias sociais, recomendo muito ler este livro. Além da parte didática e das informações preciosas, você irá descobrir fatos muito interessantes tirados das entrevistas que o André fez com importantes nomes da moda como Oskar Metsavaht, Ronaldo Fraga, Isabela Capeto, Kátia Barros e Marcello Bastos.

Afinal, como André Carvalhal escreveu brilhantemente em seu livro: “pessoas não se apaixonam por estratégias, elas se apaixonam por histórias”.

#EuLi: Placas Tectônicas

Não lembro muito bem como encontrei as ilustrações de Margaux Motin mas lembro muito bem da minha reação de: “Curti!!!!”

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Imagem: reprodução

No livro Placas Tectônicas a ilustradora francesa narra com muito humor, honestidade e emoção a sua vida pós-divórcio. Aos 35 anos e com uma filha pequena, ela teve que aprender a encontrar o equilíbrio entre ser mãe, mulher e artista.

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Imagem: Minha mesmo, rs. 🙂

Entre o surgimento de novos desafios e também de um novo amor, Margaux descobre que a vida às vezes não sai como planejado mas isso não precisa ser algo ruim.

No final você entende, muito bem, a escolha do título desta incrível, divertida e emocionante jornada.

#EuLi: Tamanho 44 também não é gorda

Eu acho muito engraçado o título desta série escrita por Meg Cabot. Longe de ser um livro de auto-ajuda, neste segundo livro Heather Wells, ex-cantora pop sensação teen e atual diretora-assistente de um dormitório da Faculdade de Nova York, está às voltas em ter que voltar às aulas para obter o diploma de bacharel, que aliás ela mentiu ter em seu currículo, além de uma luta interna básica sobre se aceita ou não fazer uma participação especial, em uma apresentação da banda do marido de sua amiga.

Imagem: reprodução

Imagem: reprodução

Mas em meio a tudo isso acontece de novo o que ela não queria que acontecesse de novo: mais um caso de assassinato ocorre em seu alojamento. 😨

Dessa vez é uma líder de torcida encontrada, em partes, na cozinha do refeitório. Sim, você leu bem, em partes mesmo, com sua cabeça achada em uma panela, para começar.

O investigador Canavan é chamado mais uma vez para desvendar o novo mistério e achar o culpado e pede para Heather ficar longe do caso, afinal ela não é uma detetive e esse trabalho é muito arriscado. Só que de novo ela não escuta ninguém e desconfiada de alguns suspeitos, que são descartados, resolve por conta própria seguir seus instintos e encontrar quem poderia ter feito tamanha monstruosidade.

Em uma narrativa sempre deliciosa de Meg Cabot, vemos Heather enfrentar mais uma vez várias situações delicadas, inclusive a de ter que reencontrar seu pai, que sai da cadeia e o dilema “será que o Cooper e eu vamos ficar juntos algum dia?”.

Para quem gosta de uma leitura leve, cheia de detalhes interessantes, vale a pena se aventurar na série de Heather Wells, que ainda inclui mais 2 livros: Tamanho Não Importa e Tamanho 42 e Pronta para Arrasar. ❤️

#EuLi: Cultura, um conceito antropológico

Lembro que na faculdade eu adorava as matéria referentes à psicologia, antropologia e filosofia. Sempre achei muito interessante estudar o comportamento humano e suas várias facetas. Acredito que se não fosse redatora, provavelmente seria psicóloga.

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Encontrado em livrariacultura.com.br

Um dos livros que li na época da faculdade foi Cultura, um Conceito Antropológico. Escrito pelo antropólogo Roque de Barros Laraia, esse título é considerado um dos clássicos da literatura sobre o tema.

As 117 páginas é dividida pelo autor em 2 partes. Na primeira ela conta como surgiu o conceito de cultura e na segunda como ela influencia na forma de agir e principalmente pensar do homem. Suas crenças, experiências e também o ambiente são alguns fatores que podem traçar esse perfil que é tão variado apesar de todos nós sermos da mesma espécie.

É muito interessante a leitura para quem se interessa pelo tema.