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#EuCurti: o clássico e o pop de David Garrett

Já comentei algumas vezes o quanto eu fico admirada com pessoas que têm a capacidade de transformar o que está a sua volta. Você conseguiria acreditar que uma música pop se encaixaria perfeitamente com uma orquestra de música clássica? Pois bem. David Garrett não só imagina como faz se tornar realidade e o resultado é impressionante.

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foto: facebook.com/davidgarrettoficial

O violonista alemão, radicado nos EUA, foi uma das boas surpresas que encontrei como? Vagando por essa território chamado YouTube. Filho de uma bailarina e um advogado, David já tinha dom para a música desde cedo. Seu pai havia comprado um violino para o irmão mais velho mas ele é que mostrou mais interesse e logo começou a praticar.

Seu talento e bom ouvido para a música clássica fez com que David, aos 13 anos, se tornasse o artista mais jovem a ter um contrato com a gravadora Deutsche Grammophon.

O que faz o violonista ganhar destaque é a sua ousadia em misturar em seus shows as composições clássicas com música popular. Em seu repertório ele já incluiu  um toque erudito à canções do Nirvana, Bon Jovi, Queen, Justin Timberlake, entre outros.

Seu último álbum, Explosive, tem versões clássicas para hits como Dangerous, de David Guetta e Lose Yourself, de Eminem.

Achei interessante a proposta. É sempre bom ter um novo olhar. 🙂

#EuOuvi: Us The Duo

Essa é mais um daquelas boas surpresas que o algoritmo do YouTube trouxe para mim. Na página de recomendados estava um vídeo de um dupla que depois descobri que eram marido e esposa.

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Clarissa e Michael Alvarado se conheceram durante a gravação de um clipe, em 2011, e a conexão foi imediata, tanto que se casaram logo no ano seguinte. Em 2013 eles começaram a gravar covers de músicas e postar em sua conta no Vine. O reconhecimento chegou a quase 5 milhões de fãs nessa conta e os dois e chamaram a atenção de um grande gravadora. Assim surgiu o Us The Duo.

O estilo de música da duple é uma mistura de pop e folk, com vocais bem suaves dos dois. É daquelas músicas que você tem vontade de ficar em uma rede, fechar o olhos e relaxar.

Esse ano eles fizeram um projeto bem interessante. Eles convidaram seus fãs a compartilhar suas histórias e o resultado é o #PublicRecordEP , onde essas histórias viraram 5 canções, contadas através de video clipes que podem ser vistos no canal da dupla no YouTube.

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Nesse projeto você vai encontrar relatos de 5 pessoas que já encararam a perda, o medo, o preconceito, a dor, o amor e a saudade, contados de uma forma muito bonita.

Para quem quiser ver mais vídeos de Us The Duo, é só clicar aqui e conferir o canal deles no YouTube.

#EuOuvi: Gary Clark Jr

Não é só na internet que eu tenho feito boas descobertas. A televisão também tem me surpreendido às vezes. Eu sou muito fã do Jimmy Fallon e comecei a assistir o The Tonight Show, que aqui no Brasil, passa no GNT, por causa dele.

E nesse começo de semana um músico chamado Gary Clark Jr apareceu como atração musical. Não consegui vê-lo se apresentar porque o programa passa de manhã e  iria acabar chegando atrasada no trabalho. Mas como os integrantes do The Roots, banda que acompanha o Jimmy no programa, falaram muito bem dele, fiquei curiosa e resolvi procurar por Gary no YouTube. Fiquei muito feliz de ter feito isso.

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foto encontrada em: garyclarkjr.com

Nascido no Texas, Gary Clark sempre gostou de música e quando era adolescente ficava tocando em clubs e também no coral da igreja da irmã. Seu estilo peculiar, que traz blues, soul music e rock, o fez ganhar notoriedade, sendo comparado a lendas da guitarra como Jimmy Hendrix e Stevie Ray Vaughan.

Seu álbum de estreia,  The Bright Lights EP, apareceu na lista dos 50 melhores álbuns de 2015 e o último lançado, chamado de The Story of Sonny Boy Slim, tem chamado bastante a atenção.

Uma das músicas que mais gostei foi The Healing, uma mistura de rock, blues e a voz de Clark que é bastante agradável aos ouvidos.

Gary Clark Jr já ganhou um lugar no meu Spotify e aconselho a vocês fazerem o mesmo. É bom demais!

#EuQuero: um 2017 onde eu esteja destinada a qualquer coisa que eu quiser

Não tem jeito. Como eu tinha escrito em meu último post essa é uma semana de reflexão. É inevitável. Você pensa no que fez e, principalmente, no que gostaria de ter feito e não fez.

Esse ano para mim foi um ano de grandes aventuras. Tá, soou meio como chamada da Sessão da Tarde mas foi esse o sentimento mesmo. Em 2016 decidi dar atenção a alguém que eu já tinha deixado um pouco de lado devido a correria do dia a dia: eu mesma.

Passei a cuidar mais da saúde, indo regularmente à academia, e também cuidar mais do espírito, saindo mais. O resultado é uma Bárbara com uns quilos a menos, com maior concentração nas tarefas do trabalho e com um humor lá em cima.

Pode parecer algo tão simples mas sair da zona de conforto e especialmente do condicionamento que você deu para sua rotina e para sua vida não é fácil. Mas resolvi me dar essa chance de mudar. E valeu a pena.

Então para 2017 eu desejo para você, que está esperando há muito tempo por aquele momento de virar o jogo, que preste atenção a essa música do Green Day. Achei a letra perfeita!

I’ve been waiting a long time / Eu estive esperando há tanto tempo
For this moment to come / Por este momento que está por vir
I’m destined / Eu estou destinado
For anything, at all / A qualquer coisa
Downtown lights will be shining / As luzes do centro da cidade estarão brilhando
On me like a new diamond / Em mim como se fossem um diamante
Ring out under the midnight hour / Bem à meia-noite
Oh, no one can touch me now / Ninguém pode me deter
And I can’t turn my back / E eu não posso voltar atrás
It’s too late ready or not at all / É tarde demais, pronto ou não

I’m so much closer than / Eu estou tão perto
I have ever known / Como nunca estive antes
Wake up / Acorde

Dawning of a new era / O amanhecer de uma nova era
Calling, don’t let it catch you falling / está chamando,  não deixe que te peguem caindo
Ready or not at all / Pronto ou não
So close enough to taste it / Tão perto que você pode sentir
Almost, I can embrace this / Quase, eu posso até abraçar
Feeling, on the tip of my tongue / Este sentimento, na ponta da língua

I’m so much closer than / Eu estou tão perto
I have ever known / Como nunca estive antes
Wake up / Acorde
Better thank your lucky stars / É melhor agradecer às suas estrelas da sorte

Well, I’m so much closer than / Então eu estou tão perto
I have ever known / Como nunca estive antes
Wake up / Acorde
Better thank your lucky stars / É melhor agradecer às suas estrelas da sorte

I’ve been waiting a lifetime / Eu estou esperando uma vida inteira
For this moment to come / Por esse momento
I’m destined for anything at all / Eu estou destinado a qualquer coisa

Dumbstruck / Estupefato
Color me stupid / Pode me chamar de estúpido
Good luck / Boa sorte
You’re gonna need it / Você vai precisar
Where I’m going if I get there / Aonde eu vou se eu chegar lá
At all / De qualquer forma

Wake up / Acorde
Better thank your lucky stars / É melhor agradecer às suas estrelas da sorte

É difícil? É difícil! Mas vai. Com medo, com receio, com aquele frio na barriga, mas vai.

Depois é só agradecer às estrelas da sorte! 🙂

Feliz Ano Novo! ✨

#EuOuvi: Alex&Sierra

Como eu sou fã da Internet! Além de ser minha ferramenta de trabalho é também o lugar onde descubro as coisas mais legais do mundo. Uma dessas descobertas aconteceu por acaso, através dos canais de recomendações do YouTube.

A plataforma me mostrou um vídeo de uma dupla que fez uma versão mais relax e cheia de charme de Toxic, da Britney Spears. No violão (e mandando muito bem diga-se de passagem) estava Alex Kinsey e na voz (aveludada e boa de ficar escutando por horas) estava Sierra Deaton. Juntos eles formam a dupla Alex&Sierra. 🙂

foto: faceboook.com/alexandsierramusic

foto: faceboook.com/alexandsierramusic

Alex&Sierra fizeram sua, digamos, estreia participando do The X Factor USA de 2013. Eles agradaram muito os juízes e foram selecionados para fazer parte da equipe de Simon Cowell rumo a se tornarem vencedores, o que acabou acontecendo.

Depois disso eles lançaram dois álbuns: It´s About Us, em 2014, e As Seen On TV, esse ano. O primeiro com músicas originais e o segundo com alguns covers, como eles ficaram conhecidos mundialmente. Dentre as canções estão Toxic, da Britney Spears e  Say My Name, das Destiny’s Child.

O som da dupla seria o que chamam de indie pop e é uma delícia de escutar. Em seu canal do YouTube dá para conferir algumas de suas canções e versões maravilhosas. Aperta o play aqui e prepare-se para relaxar. 🙂

#EuOuvi e #EuCurti: Minha playlist Spotify 2016

Desde que descobri o Spotify não deixei mais de escutar música. Ainda mais com sua opção offline. O sinal do celular pode até dar problema mas as músicas continuam tocando bonitinhas na sequência. 😍

E por falar em playlist essa semana recebi um e-mail deles avisando que eles criaram uma playlist personalizada com as músicas que mais escutei em 2016. Quem tem Spotify deve ter recebido esse e-mail também. Olhando a lista percebo o quanto realmente música para mim depende do meu humor e do momento.

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Resolvi então colocar aqui as 5 que definitivamente cativaram meus ouvidos nesse ano que passou (até porque foram 100 músicas selecionadas e este post ficaria um tanto quanto extenso 😂.):

1. The Sea, Parov Stelar

Conheci Marcus Füreder, a.k.a. Parov Stelar, por um amigo e fiquei encantada com a mistura que o músico faz com jazz, house music, electro e breakbeat. Em The Sea, ele conta com a participação do cantor Harald Baumgartner, que com sua voz suave deixou a canção perfeita para aqueles dias que você quer relaxar e se deixar levar pela melodia.

2. Dark Necessities, Red Hot Chili Peppers

Essa descoberta foi feita por mim mesma em um desses dias que você está vagando pela internet. Quando ouvi pela primeira vez achei incrível! Nunca fui uma mega fã da banda mas depois que ouvi Dark Necessities, sai buscando suas músicas para colocar no meu Spotify. O álbum que traz essa canção foi lançado esse ano e essa, em especial, traz aquele baixo que a gente adora com um piano sensacional! Estarei na próxima edição do Rock in Rio para ter a chance de ouvir isso tudo ao vivo.

3. Can´t Stop the Feeling!, Justin Timberlake

Justin…Ah! Justin…..Sou fã desde os tempos de ‘NSync e as músicas que ele têm feito desde que começou sua carreira solo só fizeram com que eu gostasse ainda mais! Can’t Stop The Feeling! foi criada para fazer parte da trilha sonora da animação Trolls (que confesso não ter assistido até agora) e é daquelas bem animadas, que você tem vontade de sair dançando e cantarolando por aí. Sem contar que o clipe é muito divertido, ficando difícil não esboçar um sorriso sequer.

4. Everybody, Backstreet Boys

Não tem como eu não incluir essa música na minha lista Top 5 de 2016. Aliás, Top 5 músicas para a vida. O pop dos cinco garotos, agora já homens de certa idade, da Flórida me contagiou na adolescência e continua contagiando até hoje. Sempre que escuto não tem jeito. Aquela menina de 16 anos pede licença para a mulher de 33. É inevitável!

5. Movimento da Sanfoninha, Anitta

Uma das mudanças que aconteceu comigo esse ano foi a decisão de cuidar mais do corpo e também da mente. Passei a frequentar a academia e  até correr por incrível que pareça. E para a mente, passei a relaxar mais e sair mais para dançar. E uma das músicas que mais ouvi para esses dois propósitos foi o Movimento da Sanfoninha, da Anitta. É mega animado e perfeito para as festas de fim de ano.

A minha lista completa das minhas músicas preferidas de 2016, você pode encontrar aqui.

#EstouVendo: Hip Hop Evolution

Como toda pessoa fã de histórias, adoro descobrir como tudo começa. Passando pelo Netflix dias atrás encontrei um documentário bem interessante chamado Hip Hop Evolution.

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imagem: YouTube

O documentário, divido em 4 episódios, e guiada pelo rapper canadense Shad, vai narrando a trajetória desse estilo musical que do Bronx, nos EUA, ganhou o mundo. Tudo começa lá nos anos 70, através das festas lendárias do DJ Kool Herc, que muitos consideram pai do hip hop. Sua técnica e estilo de isolar a parte instrumental do disco e criar novos breaks, começa a chamar a atenção e ganhar novos seguidores e adeptos a desbravar esse novo ritmo.

A partir daí figuras ilustres  desse movimento como Afrika Bambaataa, DJ Grandmaster Flash e The Furious Five se tornaram importantes porta-vozes, disseminando a música e a cultura hip hop.

O DJ Grandmaster Flash foi também um dos grandes precursores de um estilo de discotecar que fez toda a diferença para o estilo do hip hop: o scratch.

Depois de tentar várias coisas diferentes, ele resolveu colocar os dedos no vinil. Percebendo que tinha total controle no tempo e no ritmo, para achar o break mais rápido começou a marcar o disco com giz de cera e assim não precisaria tocar na agulha. O resto é história.

Outro fato que ajudou a espalhar o hip hop foram as batalhas épicas feitas entre grandes grupos a exemplo de The Cold Crush Brother e The Fantastic Five.

Para quem é fã de hip hop, ou não, vale a pena assistir a esse documentário. Ainda estou no segundo episódio mas muito curiosa em assistir aos outros.