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#EstouVendo: Hip Hop Evolution

Como toda pessoa fã de histórias, adoro descobrir como tudo começa. Passando pelo Netflix dias atrás encontrei um documentário bem interessante chamado Hip Hop Evolution.

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imagem: YouTube

O documentário, divido em 4 episódios, e guiada pelo rapper canadense Shad, vai narrando a trajetória desse estilo musical que do Bronx, nos EUA, ganhou o mundo. Tudo começa lá nos anos 70, através das festas lendárias do DJ Kool Herc, que muitos consideram pai do hip hop. Sua técnica e estilo de isolar a parte instrumental do disco e criar novos breaks, começa a chamar a atenção e ganhar novos seguidores e adeptos a desbravar esse novo ritmo.

A partir daí figuras ilustres  desse movimento como Afrika Bambaataa, DJ Grandmaster Flash e The Furious Five se tornaram importantes porta-vozes, disseminando a música e a cultura hip hop.

O DJ Grandmaster Flash foi também um dos grandes precursores de um estilo de discotecar que fez toda a diferença para o estilo do hip hop: o scratch.

Depois de tentar várias coisas diferentes, ele resolveu colocar os dedos no vinil. Percebendo que tinha total controle no tempo e no ritmo, para achar o break mais rápido começou a marcar o disco com giz de cera e assim não precisaria tocar na agulha. O resto é história.

Outro fato que ajudou a espalhar o hip hop foram as batalhas épicas feitas entre grandes grupos a exemplo de The Cold Crush Brother e The Fantastic Five.

Para quem é fã de hip hop, ou não, vale a pena assistir a esse documentário. Ainda estou no segundo episódio mas muito curiosa em assistir aos outros.

#EuCurti: Share you ______

“Compartilha sua música. Compartilhe sua cidade. Compartilhe seu propósito. Compartilhe sua verdade”. Essas são as propostas da  websérie Share Your ____, uma parceria da cerveja Sol com o Festival Path (festival brasileiro focado em inovação e criatividade).

No começo de novembro foram lançados 5 episódios, com uma média de 5 minutos cada, onde o assunto central é economia criativa. As novas diretrizes da busca do emprego ideal, como a tecnologia e o empreendedorismo estão influenciando no modo de pensar e agir das pessoas e como o ativismo urbano está impactando nossa sociedade atual são alguns dos assuntos.

Os dois episódios que mais gostei foram Share Your City e Share You Purpose. Em Share Your City Alexis Anastesiou, da Visualfarm, e Renato Salles, da Chicken or Pasta,  falam do futuro do videomapping, um assunto que sempre achei interessante.

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imagem: youtube.com/sol

Através da tecnologia são criadas projeções incríveis em prédios e outras construções urbanas que parecem conversar com a cidade e trazer um novo olhar para ela. Especialmente se são expressões artísticas e ainda mais se as projeções acontecerem em locais abandonados ou em lugares que muitas vezes passam despercebidos. Você pode ver o vídeo clicando aqui.

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imagem: youtube.com./sol

Já no episódio Share Your Purpose, Eduardo Migliano, da 99jobs, faz um questionamento sobre carreira. “O que eu amo fazer?”. Ele convida as pessoas a refletir o que de fato elas curtem fazer e como isso vai gerar algum impacto no mundo. Você pode ver o vídeo clicando aqui.

A websérie é bem bacana. Vale a pena ver todos os episódios!

#EuVi: Gilmore Girls – Um Ano Para Recordar

Eu sou do tipo que fico revendo temporadas das minhas séries favoritas não sei quantas milhões de vezes e nunca acho repetitivo. Foi igualzinho na infância com Chaves e nada mais do que natural ser igualzinho também com FRIENDS.

Quando a Netflix tinha anunciado que faria uma temporada especial de Gilmore Girls fiquei mega mega mega feliz. Lembro de quando acompanhava quando era adolescente no canal da Warner e achava sempre graça das brilhantes sacadas que Lorelai, a mãe, fazia:

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foto: pinterest.com

 

E neste finalzinho de mês eis que surge o tão aguardado “Gilmore Girls – Um Ano Para Recordar”, a história se passa quase 10 anos depois. O revival foi divido em 4 episódios de 1h30min e representariam as 4 estações: inverno, primevera, verão e outono.

O primeiro, o inverno, mostra como estão Emily, Lorelai e Rori depois da morte de Richard (infelizmente o ator Edward Herrmann faleceu no fim de 2014). Lorelai continua cuidando do Dragonfly Inn ao lado de Michel e Rori está em uma nova busca na sua carreira que não está como ela achava que estaria a essa altura.

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foto: facebook.com/netflix

Durante esse ano várias coisas acontecem e as mulheres Gilmore precisam tomar importantes decisões, decisões essas que vão mudar suas vidas. Claro que não vou contar para não dar spoiler mas quem acompanhou o seriado sabe que uma coisa não muda: apesar de tudo, elas sempre estão juntas para o der e vier.

Mudanças na vida sempre vão acontecer. Coisas que a gente esperava e resultam em alegria. Coisas que a gente não esperava e que também resultam em alegria. Coisas que a gente não esperava e que podem trazer uma certa tristeza. Mas é sempre muito bom saber que existem pessoas que a gente pode contar para tudo e que estarão ao nosso lado para os momentos de alegria e de tristeza também.

Essas pessoas são especiais. São família. 🙂

#EstouRevendo: The OC

Netflix ultimamente está fazendo com que eu reviva a minha adolescência e confesso que estou me divertindo muito com isso.

Neste mês de outubro umas das minhas séries favoritas, que assista lá pelos meus 19, 20 anos, entrou para a grade: The OC.

foto: reprodução

foto: reprodução

A série, de 2003, veio para o Netflix com suas 4 temporadas. Para quem nunca assistiu, a história gira em torno de Ryan, um adolescente vindo de um lar conturbado, que depois de se meter em um problema com a lei por conta do seu irmão, recebe a chance de recomeçar a vida com a ajuda do advogado Sandy Cohen, que o leva para sua casa, em Orange County, e junto com sua esposa Kirsten, decide adotá-lo.

Bom, da pra ver que The OC seria uma novela e tanto, cheia de muito drama, especialmente por Ryan tentando se adaptar a esse novo mundo. Mas o que fez o seriado mais leve e em minha opinião beeeeeeem melhor, é a presença do filho dos Cohen, o tímido e engraçado Seth.

Seth seria uma versão mais sentimental do Chandler, digamos assim. Ao contrário do personagem de FRIENDS, Seth tem um lado mais, digamos, romântico. Especialmente no começo quando cultivava um amor platônico por Summer, melhor amiga de Marissa que acabou se tornando namorada de Ryan.

Seth fazia o seriado bem mais divertido:

O que eu mais gostei foi o último episódio da primeira temporada, quando Seth diz para Cohen que sua chegada fez mudar sua vida por completo. Ele até tinha vontade de largar tudo e velejar rumo ao Taiti, mas com a vinda de Ryan tudo na vida dele mudou pra melhor.

É impressionante que existem pessoas que entram para nossa vida de uma forma surpreendente e que transformam tudo. E faz você ver tudo de um novo e melhor jeito, trazendo novas aventuras e possibilidades. Essas pessoas são especiais. Um presente do destino. Aceite e agradeça. 🙂

#EuVi: Escape e percebi a importância do plot twist. Inclusive para a vida.

Quem foi da minha geração se lembra de uma série de mini filmes dirigidos por grandes nomes do cinema como  Ang Lee, Guy Ritchie, Alejandro González Iñárritu, John Woo, Joe Carnahan para promover os carros da BMW.

Esses mini filmes em nenhum momento falavam “olha como é incrível o novo carro da BMW”. Eles faziam parte da narrativa, da história. Estavam lá com um propósito, que foi muito bem cumprido.

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foto encontrada em: b9.com.br

Inclusive esses mini filmes viraram cases de referência e ganharam muitos prêmios no Festival de Cannes mas isso não é o mais importante. O mais importante é que com uma boa história se cria também boas conexões da marca com seu público.

Mas também isso não é o caso, neste post. O que me chamou a atenção e me fez pensar foi o plot twist no final do último filme criado, depois de quase 15 anos, chamado Escape e protagonizado por Clive Owen e Dakota Fanning, para promover o  novo carro da BMW, o BMW 5 Series 2017. Vou deixar para vocês verem o filme e acompanhar até o final que não vou dar spoiler, rs.

A reflexão aqui vai muito além da análise do filme e a importância do storytelling no marketing. Minha observação será um pouco mais profunda. Bom, para quem não é muito familiar com o termo, plot twist é uma espécie de reviravolta na trama, quando algo acontece que você não estava esperando de jeito nenhum.

Em Escape teve um plot twist muito bom que me fez pensar. Sabe quando a gente acha que tudo é para acontecer de uma maneira? A gente se acostuma com o cotidiano e faz planos que são os esperados. Mas sabemos muito bem que o destino, ou o que você quer chamar, adora pregar uma peças.

Quando você menos espera algo acontece que tira você do seu norte. Você não estava esperando. E aí? É hora de encarar ou recuar? Bom, todas as nossas decisões mudam nossa vida, independente de você achar que é uma escolha “segura” ou não.

O que tenho aprendido nos últimos tempos é: um bom plot twist faz a trama ficar bem mais interessante. 😉

#EstouRevendo: How I Met Your Mother

Eu sempre lembro quando vi How I Met Your Mother pela primeira vez. Fui meio cética, afinal já era fã de FRIENDS e sendo fã de FRIENDS achava quer era uma cópia meio que descarada.

Mas com o passar do tempo e dos episódios percebi que eram séries bem diferentes. Claro que os dois giram em torno de um grupo de amigos de 20 e poucos onde uns se reuniam em uma cafeteria e o outros em um bar. Só que as semelhanças param por aí.

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Imagem: reprodução

Especialmente se você olhar com bastante atenção um casal de HIMYM que se conheceu bem jovem e continuaram juntos durante todo o seriado: Lily e Marshall.

A grande maioria adora mesmo o Barney, o personagem que sem dúvida roubava a cena, especialmente através da atuação divertidíssima de Neil Patrick Harris. Ele era aquele mulherengo charmoso tão sem noção com as histórias mais loucas que era quase impossível não querer ouvir.

Ted, o protagonista, tinha aquele jeito romântico e sonhador, de encontrar a mulher dos seus sonhos e passar o resto de sua vida ao lado dela. Para isso ele passou por muitos maus bocados e acredito que essa sua obsessão o fez perder um pouco das oportunidades que a vida mostrava.

Por isso que quando perguntam quem é meu personagem preferido, é o Marshall. Marshall é uma mistura perfeita entre Ted e Barney. Ele tem o espírito brincalhão e aventureiro de Barney e o lado mais lúdico e romântico de Ted.

Ao lado e Lily eles não deixavam a rotina do dia a dia afetar o relacionamento. Claro que como todo casal eles discutiam e até se separaram por um tempo (desculpe pelo spoiler se alguém ainda não viu a série). Mas depois perceberam que o amor e especialmente o companheirismo entre os dois ainda estavam lá e voltaram a ser Marshmallow e Lilypad.

Não tem melhor voto de casamento do que o de Lily para Marshall: “Marshall, eu te amo porque você é engraçado, e me faz sentir amada. Você faz com que eu me sinta segura. E no nosso aniversário de namoro você me deu um moletom escrito “Lily e Marshall: Arrasando desde 1996”. E eu gostaria de estar usando ele agora, porque tem o seu cheiro. Mas, o principal motivo de eu te amar, Marshall Ericksen, é que você me faz feliz. Você me faz feliz o tempo todo.”

O amor e a paixão são mesmo a combinação perfeita. Aquele sentimento incrível e intenso quando você está ao lado da pessoa somado a certeza de ter encontrado alguém que será seu parceiro, que você poderá contar sempre que precisar é algo raro. Se você ainda não encontrou, vai encontrar. Se já encontrou, não largue.

E sejam mais Marshall. Marshall sabe das coisas.