Arquivo | Variedades RSS for this section

#EstouRevendo: The OC

Netflix ultimamente está fazendo com que eu reviva a minha adolescência e confesso que estou me divertindo muito com isso.

Neste mês de outubro umas das minhas séries favoritas, que assista lá pelos meus 19, 20 anos, entrou para a grade: The OC.

foto: reprodução

foto: reprodução

A série, de 2003, veio para o Netflix com suas 4 temporadas. Para quem nunca assistiu, a história gira em torno de Ryan, um adolescente vindo de um lar conturbado, que depois de se meter em um problema com a lei por conta do seu irmão, recebe a chance de recomeçar a vida com a ajuda do advogado Sandy Cohen, que o leva para sua casa, em Orange County, e junto com sua esposa Kirsten, decide adotá-lo.

Bom, da pra ver que The OC seria uma novela e tanto, cheia de muito drama, especialmente por Ryan tentando se adaptar a esse novo mundo. Mas o que fez o seriado mais leve e em minha opinião beeeeeeem melhor, é a presença do filho dos Cohen, o tímido e engraçado Seth.

Seth seria uma versão mais sentimental do Chandler, digamos assim. Ao contrário do personagem de FRIENDS, Seth tem um lado mais, digamos, romântico. Especialmente no começo quando cultivava um amor platônico por Summer, melhor amiga de Marissa que acabou se tornando namorada de Ryan.

Seth fazia o seriado bem mais divertido:

O que eu mais gostei foi o último episódio da primeira temporada, quando Seth diz para Cohen que sua chegada fez mudar sua vida por completo. Ele até tinha vontade de largar tudo e velejar rumo ao Taiti, mas com a vinda de Ryan tudo na vida dele mudou pra melhor.

É impressionante que existem pessoas que entram para nossa vida de uma forma surpreendente e que transformam tudo. E faz você ver tudo de um novo e melhor jeito, trazendo novas aventuras e possibilidades. Essas pessoas são especiais. Um presente do destino. Aceite e agradeça. 🙂

#EuVi: Escape e percebi a importância do plot twist. Inclusive para a vida.

Quem foi da minha geração se lembra de uma série de mini filmes dirigidos por grandes nomes do cinema como  Ang Lee, Guy Ritchie, Alejandro González Iñárritu, John Woo, Joe Carnahan para promover os carros da BMW.

Esses mini filmes em nenhum momento falavam “olha como é incrível o novo carro da BMW”. Eles faziam parte da narrativa, da história. Estavam lá com um propósito, que foi muito bem cumprido.

bmw2

foto encontrada em: b9.com.br

Inclusive esses mini filmes viraram cases de referência e ganharam muitos prêmios no Festival de Cannes mas isso não é o mais importante. O mais importante é que com uma boa história se cria também boas conexões da marca com seu público.

Mas também isso não é o caso, neste post. O que me chamou a atenção e me fez pensar foi o plot twist no final do último filme criado, depois de quase 15 anos, chamado Escape e protagonizado por Clive Owen e Dakota Fanning, para promover o  novo carro da BMW, o BMW 5 Series 2017. Vou deixar para vocês verem o filme e acompanhar até o final que não vou dar spoiler, rs.

A reflexão aqui vai muito além da análise do filme e a importância do storytelling no marketing. Minha observação será um pouco mais profunda. Bom, para quem não é muito familiar com o termo, plot twist é uma espécie de reviravolta na trama, quando algo acontece que você não estava esperando de jeito nenhum.

Em Escape teve um plot twist muito bom que me fez pensar. Sabe quando a gente acha que tudo é para acontecer de uma maneira? A gente se acostuma com o cotidiano e faz planos que são os esperados. Mas sabemos muito bem que o destino, ou o que você quer chamar, adora pregar uma peças.

Quando você menos espera algo acontece que tira você do seu norte. Você não estava esperando. E aí? É hora de encarar ou recuar? Bom, todas as nossas decisões mudam nossa vida, independente de você achar que é uma escolha “segura” ou não.

O que tenho aprendido nos últimos tempos é: um bom plot twist faz a trama ficar bem mais interessante. 😉

#EstouRevendo: How I Met Your Mother

Eu sempre lembro quando vi How I Met Your Mother pela primeira vez. Fui meio cética, afinal já era fã de FRIENDS e sendo fã de FRIENDS achava quer era uma cópia meio que descarada.

Mas com o passar do tempo e dos episódios percebi que eram séries bem diferentes. Claro que os dois giram em torno de um grupo de amigos de 20 e poucos onde uns se reuniam em uma cafeteria e o outros em um bar. Só que as semelhanças param por aí.

howimetnetflix

Imagem: reprodução

Especialmente se você olhar com bastante atenção um casal de HIMYM que se conheceu bem jovem e continuaram juntos durante todo o seriado: Lily e Marshall.

A grande maioria adora mesmo o Barney, o personagem que sem dúvida roubava a cena, especialmente através da atuação divertidíssima de Neil Patrick Harris. Ele era aquele mulherengo charmoso tão sem noção com as histórias mais loucas que era quase impossível não querer ouvir.

Ted, o protagonista, tinha aquele jeito romântico e sonhador, de encontrar a mulher dos seus sonhos e passar o resto de sua vida ao lado dela. Para isso ele passou por muitos maus bocados e acredito que essa sua obsessão o fez perder um pouco das oportunidades que a vida mostrava.

Por isso que quando perguntam quem é meu personagem preferido, é o Marshall. Marshall é uma mistura perfeita entre Ted e Barney. Ele tem o espírito brincalhão e aventureiro de Barney e o lado mais lúdico e romântico de Ted.

Ao lado e Lily eles não deixavam a rotina do dia a dia afetar o relacionamento. Claro que como todo casal eles discutiam e até se separaram por um tempo (desculpe pelo spoiler se alguém ainda não viu a série). Mas depois perceberam que o amor e especialmente o companheirismo entre os dois ainda estavam lá e voltaram a ser Marshmallow e Lilypad.

Não tem melhor voto de casamento do que o de Lily para Marshall: “Marshall, eu te amo porque você é engraçado, e me faz sentir amada. Você faz com que eu me sinta segura. E no nosso aniversário de namoro você me deu um moletom escrito “Lily e Marshall: Arrasando desde 1996”. E eu gostaria de estar usando ele agora, porque tem o seu cheiro. Mas, o principal motivo de eu te amar, Marshall Ericksen, é que você me faz feliz. Você me faz feliz o tempo todo.”

O amor e a paixão são mesmo a combinação perfeita. Aquele sentimento incrível e intenso quando você está ao lado da pessoa somado a certeza de ter encontrado alguém que será seu parceiro, que você poderá contar sempre que precisar é algo raro. Se você ainda não encontrou, vai encontrar. Se já encontrou, não largue.

E sejam mais Marshall. Marshall sabe das coisas.

#EuQueroRever: The IT Crowd

Eu sempre curti a comédia britânica e com The IT Crowd não foi diferente. O seriado, escrito e dirigido por Graham Linehan e produzido por Ash Atalla, teve 5 engraçadas temporadas, entre 2006 e 2013.

it-crowd

Imagem: reprodução

A história girava em torno de 3 personagens: Roy, Moss e Jen. Roy e Moss são da área de TI de uma grande corporação e passam totalmente despercebidos por todos. Até que um dia eles passam a dividir o porão da empresa (sim, o porão), com Jen, nomeada para ser diretora do departamento.

O que o presidente da empresa não sabia é que Jen mentiu no currículo e na entrevista dizendo conhecer tudo sobre internet e informática. Como o big boss também não sabe absolutamente nada, ele acredita piamente e a contrata.

Claro que os dois caras do suporte técnico desconfiam disso e a partir daí ocorre uma série de episódio hilários.

The IT Crowd teve até sua versão norte-americana, assim como aconteceu com o The Office. Mas ao contrário da série estrelada por Steve Carrell, o The IT Crowd US não fez muito sucesso, sendo logo cancelado. 😦

Para quem curte o estilo de comédia britânica e o universo geek, vai curtir a série. O modo como Roy trata os “grandes problemas” que seus colegas de trabalho dos andares de cima têm e precisam ser resolvidos pelo suporte técnico rende boas risadas.

E Moss…bom, assim como Sheldon, de The Big Bang Theory, é uma figura e tanto!

Bem que a Netflix do Brasil poderia colocar o seriado na sua programação. Pleeeeeeease!

#EuLi: Placas Tectônicas

Não lembro muito bem como encontrei as ilustrações de Margaux Motin mas lembro muito bem da minha reação de: “Curti!!!!”

platas-tectonicas-margaux-motin-nemo-capa

Imagem: reprodução

No livro Placas Tectônicas a ilustradora francesa narra com muito humor, honestidade e emoção a sua vida pós-divórcio. Aos 35 anos e com uma filha pequena, ela teve que aprender a encontrar o equilíbrio entre ser mãe, mulher e artista.

placas-tectonicas-2

Imagem: Minha mesmo, rs. 🙂

Entre o surgimento de novos desafios e também de um novo amor, Margaux descobre que a vida às vezes não sai como planejado mas isso não precisa ser algo ruim.

No final você entende, muito bem, a escolha do título desta incrível, divertida e emocionante jornada.

#EuLi: Tamanho 44 também não é gorda

Eu acho muito engraçado o título desta série escrita por Meg Cabot. Longe de ser um livro de auto-ajuda, neste segundo livro Heather Wells, ex-cantora pop sensação teen e atual diretora-assistente de um dormitório da Faculdade de Nova York, está às voltas em ter que voltar às aulas para obter o diploma de bacharel, que aliás ela mentiu ter em seu currículo, além de uma luta interna básica sobre se aceita ou não fazer uma participação especial, em uma apresentação da banda do marido de sua amiga.

Imagem: reprodução

Imagem: reprodução

Mas em meio a tudo isso acontece de novo o que ela não queria que acontecesse de novo: mais um caso de assassinato ocorre em seu alojamento. 😨

Dessa vez é uma líder de torcida encontrada, em partes, na cozinha do refeitório. Sim, você leu bem, em partes mesmo, com sua cabeça achada em uma panela, para começar.

O investigador Canavan é chamado mais uma vez para desvendar o novo mistério e achar o culpado e pede para Heather ficar longe do caso, afinal ela não é uma detetive e esse trabalho é muito arriscado. Só que de novo ela não escuta ninguém e desconfiada de alguns suspeitos, que são descartados, resolve por conta própria seguir seus instintos e encontrar quem poderia ter feito tamanha monstruosidade.

Em uma narrativa sempre deliciosa de Meg Cabot, vemos Heather enfrentar mais uma vez várias situações delicadas, inclusive a de ter que reencontrar seu pai, que sai da cadeia e o dilema “será que o Cooper e eu vamos ficar juntos algum dia?”.

Para quem gosta de uma leitura leve, cheia de detalhes interessantes, vale a pena se aventurar na série de Heather Wells, que ainda inclui mais 2 livros: Tamanho Não Importa e Tamanho 42 e Pronta para Arrasar. ❤️

#EuCurti: Larry Crowne – O Amor Está de Volta

Era um domingo maravilhoso com aquela preguiça maravilhosa que a gente pode se permitir, quando passando pelo Netflix eu vejo um filme estrelado por Tom Hanks e Julia Roberts. Penso comigo: “Um filme com Tom Hanks e Julia Roberts tem 2x mais chances de ser bom”. E estava certa! 🙂

“Larry Crowne – O Amor Está de Volta”, conta a história de, obviamente, Larry Crowne, um homem de uns 40 e muitos que está feliz no seu emprego, em um supermercado estilo Wallmart, que ele julgava ser estável até que o destino mostra que nada nesta vida é certo.

larry-crowne-poster01

Imagem: reprodução

Chamado por seus superiores ele é informado que será despedido por não ter o ensino superior. Ele não contava que precisaria do ensino superior para manter seu emprego e depois do baque, decide se inscrever em alguns cursos em uma faculdade para melhorar o currículo e encontra a Sra.Tainot, papel de Julia Roberts, que também tá vivendo uma vidinha bem mais ou menos mas que acaba se acomodando.

E é aí nesse novo mundo que ele se encontra meio sozinho, meio perdido e meio com medo que coisas inesperadas acontecem que o fazem perceber que se a vida dá limões, dá para fazer sim uma limonada doce refrescante.

O filme, de 2011, é uma daquelas histórias que faz você, assim que terminar, parar e pensar um pouco.

Eu curti!